CAIU DO CÉU. MUITO OBRIGADO, “MÃE” CENI.

Confira as análises tática e técnica dos profissionais do Palmeiras que, nesta tarde, só escaparam da derrota graças a mais uma lambança do goleiro são-paulino.

EM SÍNTESE Dizem que há equipes que têm sorte de campeãs, e isso é verdade. Mas existem equipes que, mesmo sem chances de serem campeãs, também mostram estar de bem com os deuses do futebol. Ou será que você, amigo palmeirense, encontra outra explicação para que não tenhamos perdido o clássico desta tarde para o São Paulo/SP? O futebol que o Palmeiras jogou – ou melhor: o futebol que o Palmeiras não jogou – foi tão abaixo da crítica que, aos 47 do segundo tempo, eu estava era dando graças a Deus que perderíamos por apenas 1 a 0. Mas aí entrou em campo Rogério Ceni e sua conhecida arrogância, deu-nos o gol de presente e saímos do Morumbi como se tivéssemos vencido. Obrigado, Ceni: neste ano, você já levou oito gols do Verdão. Chamá-lo de “mãe” é o mínimo que podemos fazer.  

FERNANDO PRASS  – 6,5
MUITO BOM

Começou mal, errando o tempo em uma saída e se precipitando na saída do gol. Resultado: tocou com a mão na bola fora da área que, por sorte, não foi vista nem pelo árbitro e nem pelo assistente. Porém, como grande goleiro que é, rapidinho se recuperou, fez duas ótimas defesas e acabou por garantir, também ele, a soma de mais um pontinho. Em relação ao gol que sofreu, não teve culpa – porém, mais uma vez estava adiantado demais.

 LUCAS – 5,5
 SATISFATÓRIO

Hoje não apoiou como de costume – e nem poderia, já que por seu setor o São Paulo/SP apareceu constantemente com Bruno e também com Alexandre Pato. Aliás, foi justamente por anular o melhor jogador adversário que nosso lateral-direito mais se destacou, tanto que o mesmo, em várias oportunidades, apareceu fechando pelo meio. Logo na volta do intervalo, passou a jogar como segundo volante e vinha dando conta do recado, até ser corretamente substituído por Kelvin (afinal, então já perdíamos o jogo).

VÍTOR HUGO – 6
 BOM

Mais uma boa atuação deste zagueiro que, tomara, tenha chegado para ficar. Esteve de olho em Michel Bastos sempre que o são-paulino apareceu à sua frente, mas seu ponto alto nesta tarde foram, mais uma vez, as antecipações, sempre precisas e essenciais.

JACKSON – 6
BOM

Como o time do Morumbi não jogou com um centroavante fixo, teve uma atuação um pouco mais tranquila. Mas, ainda assim, cuidou bem de perto do bom atacante Rogério e também esteve bem nas coberturas a Lucas e, depois, a João Pedro.

EGÍDIO – 5,5
SATISFATÓRIO

É claro que todos nós (e acredito que o amigo aí de cima também) sonhávamos com a reedição da atuação que teve na partida do primeiro turno deste Brasileirão, quando foi o melhor em campo. Mas até que hoje ele não foi mal, estando firme na marcação e apoiando o ataque quando foi possível. Se tivesse um pouco mais de qualidade no passe e nos cruzamentos, seria um jogador muito mais útil.

THIAGO SANTOS – 6
BOM 

“Colou” o jogo todo em Paulo Henrique Ganso e impediu que o meia tivesse a liberdade que, quando lhe permitem, faz com que jogue o fino da bola. Ótimo marcador, só peca (como já disse várias vezes) pela quantidade de faltas que comete e os cartões que recebe em razão delas. Aliás, está fora das duas próximas partidas do Verdão – na quarta, contra o Inter/RS, por já ter atuado pelo América/MG na Copa do Brasil, e no domingo, diante da Chapecoense/SC, por estar suspenso.

ANDREI GIROTTO – 5
REGULAR

Vinha tendo, tecnicamente, uma boa atuação, mostrando qualidade na saída de jogo e realizando um cruzamento perfeito para Robinho, que acertou o travessão. Seu problema estava na marcação, pois a presença ora de Carlinhos, ora de Michel Bastos em seu setor o confundia. Daí ter sido substituído por Marcelo Oliveira que, no entanto, poderia ter tentado resolver esta situação com uma boa conversa antes de “queimar” uma substituição, por mais correta que ela tenha sido.

ROBINHO – 6
BOM 

Era um dos piores do Palmeiras e de toda a partida e receberia, podem ter certeza, nota e avaliação bem abaixo das que acima aparecem. Afinal, esteve lento, dispersivo, errando passes e lançamentos e, na verdade, a única coisa positiva que fizera até os 47 da etapa final fora uma cabeçada da trave, ainda no primeiro tempo. Mas no lance capital do clássico, em que recebeu o presente de Rogério Ceni, teve qualidade e visão de jogo para colocar a bola dentro das redes sem que o goleiro ou qualquer outro adversário tivessem como impedi-la de chegar a seu destino final. E merece ter esta qualidade reconhecida.

RAFAEL MAQUES – 5
REGULAR

Não discuto a importância tática dentro do time e nem a liderança positiva dentro do grupo, mas hoje ele rendeu, assim como todo o restante da equipe, bem abaixo do que pode. Não conseguiu realizar uma única boa jogada pela direita, seja com Lucas, seja com João Pedro, errou lances fáceis e chegou a irritar com a quantidade de passes equivocados. A seu favor, e também explicando porque recebeu a nota e a análise acima, apenas o fato de que provavelmente abriria o placar no fim do primeiro tempo não fosse a precipitação do árbitro Ânderson Daronco na marcação de uma falta central sobre Gabriel Jesus.

LUCAS BARRIOS – 4,5
RUIM

Analisar este rapaz é muito simples: trata-se de um centroavante que, para render o que pode e sabe, precisa receber bolas. Não é de sair para buscar jogo e nem cair pelos lados do campo – fica ali, no meio ou, no máximo, na entrada da área, só esperando um passe, um lançamento ou um cruzamento para concluir. Daí sua atuação, hoje, ter sido bem ruim, já que devido à pouca ou nenhuma inspiração de todo o time ele ficou isolado. Foi tão mal que reconheceu sua apática atuação e pediu para sair.

GABRIEL JESUS – 4
MUITO RUIM

Nossa maior esperança teve nesta tarde sua pior partida desde que foi promovido ao time principal. Não acertou uma única jogada em todo o jogo, prendeu demais a bola, errou passes e lances individuais e até o ridículo de pisar na bola ele cometeu, caindo de bunda no chão. Não se trata de execrar o garoto, claro, mas sim de torcer para que desta atuação pífia ele aprenda com os erros e não os volte a cometer.

MARCELO OLIVEIRA – 6
BOM

Mesmo tendo um elenco bastante razoável, seja quantitativa, seja qualitativamente, o fato é que quando o Palmeiras perde alguns jogadores-chave seu rendimento cai de forma inquestionável. Daí as dificuldades por que passou nosso treinador na hora de escalar a equipe titular – sem poder contar com Arouca, Zé Roberto e Dudu, ele mandou a campo uma equipe que, pelo menos na teoria, poderia não só eliminar os pontos fortes do adversário mas também manter um nível de jogo que fosse, ao menos, suficiente para que não perdêssemos. Em outras palavras: ele acertou ao optar por Thiago Santos, Andrei Girotto e Rafael Marques, mas não pode ser responsabilizado pela bola que não só estes, mas todos os seus demais jogadores, deixaram de jogar. No que diz respeito às alterações, já esperava que algo ele realizaria no intervalo, já que o futebol do time no primeiro tempo beirou o ridículo. Daí ter, sim, gostado da entrada de João Pedro, um lateral que apoia muito, mas não da saída de Andrei Girotto. Os problemas de marcação que o segundo volante apresentou poderiam ter sido corrigidos no vestiário, com uma boa conversa, o que possivelmente nos permitiria mais uma substituição tática. Já em relação às entradas de Alecsandro e Kelvin foram acertadas, pois mesmo sem jogar muita coisa ambos melhoraram – ainda que só um pouquinho – o desempenho de todo o time. Resta torcer para que Marcelo Oliveira consiga detectar os motivos que fizeram o Verdão jogar tão mal neste domingo a tempo de os corrigir para os jogos em Porto Alegre/RS e Chapecó/SC.

JOÃO PEDRO – 5
REGULAR 

Sua entrada logo no intervalo do clássico visava à maior presença ofensiva do Palmeiras pela lateral direita, o que de fato aconteceu – mas apenas nos primeiros minutos da etapa final. Rapidamente, ele se deixou contagiar pelo mau futebol de quase todos os seus companheiros e sumiu do jogo.

ALECSANDRO – 5,5
SATISFATÓRIO 

Entrou no lugar de Lucas Barrios e vinha produzindo o mesmo que o titular – ou seja: quase nada. Mas, no último e capital lance do clássico, foi a ponta de seu pé que desviou um pouquinho a bola que Rogério Ceni, arrogantemente, quis tocar de lado, e que chegou aos pés de Robinho. Em outras palavras: não fosse Alecsandro, teríamos perdido o jogo.

KELVIN – 4,5
RUIM

Sempre que entra, todos esperam que colocará fogo no jogo – mas quase nunca isso acontece. Hoje, perambulou pra cá e pra lá, tentou chutes e lances individuais, não acertou quase nada e foi mais um a decepcionar.

FOTOS NA CAPA: CÉSAR GRECCO/DIVULGAÇÃO PALMEIRAS

25 Responses to CAIU DO CÉU. MUITO OBRIGADO, “MÃE” CENI.

  1. Márcio faltou a nota do nosso melhor passador em choque-rei o Frangoceni dois passaes dois gols de cobertura.
    dou a ele nota 5, o passe não foi tão bom como no passe dado ao Robinho no Paulistão.
    Goleiro piada, kkkkkk

  2. Pra mim o Lucas e o thiago deveriam receber notas maiores, foram os melhores em campo embora não tenhamos jogado nada. O prass, conforme vi na ESPN, não cometeu falta fora da área, pois segundo eles, através de mecanismos televisivos, a bola estava bem pouco, mas beeem pouco, em cima da linha da área, portanto, dentro da área. Jesus foi o pior em campo pois além de não produzir nada a favor, produziu contra, um contra ataque mortal delas. Se não fosse isso, possivelmente até poderíamos ter vencido com aquela cobertura no fim do jogo, ou não. Mas foi péssima partida a nossa. O kelvin vai jogar bem e se destacar, quando for pro cruzeiro, afinal esses jogadores sempre se destacam lá ao sairem daqui, ou mesmo no santos, tal qual o marquinhos gabriel.

    • Márcio Trevisan

      Osni: vc tem razão.

      O que tem de jogador que fracassa no Palmeiras e brilha em outras equipes não é pouca coisa, não.

      Mas, às vezes, há o outro lado: no Verdão, Robinho tem jogado muito mais do que jogava no Coritiba, e Rafael Marques é muito, mas muito superior àquele que defendeu o Botafogo/RJ.

      Abs.

  3. Ricardo Santo André

    Marcio:
    Por que vestimos sempre a carapuça de time visitante quando jogamos no Panetone? Desse jeito o tabu durará até 2027. Mas pelo menos sorrimos no final com o golaço do Robinho. Taticamente, não gostei do time e não entendo porque o Allione não joga neste time, sobretudo quando nao temos o excelente Dudu.
    Jogaremos no Pacaembú ou no Allianz com grama detonada? E espero que não soframos muito contra o inter.
    Abraços alviverdes e viva o goleiro que sempre dá assistências ao Robinho

    • Márcio Trevisan

      Ricardo: creio que Allione não marca, e por isso perde espaço.

      Em relação ao jogo, será na Arena Palestra Itália, mesmo com o gramado horrendo.

      Abs.

  4. Já reparou que foi só começarem a inventar música de igreja para o garoto Jesus e o futebol dele despencou ao fundo do poço ?? Pois é, Deus castiga…rs.
    É um bom jogador mas não é craque, tá muito longe disso.

    Quanto ao jogo, que horror, como jogam mal fora de casa e não é só no jogo ontem, toda vez que jogam fora é uma lástima.

    Abçs.

    • Vou fazer uma observação sobre o Prass: Tá na hora do Palmeiras pensar em outro goleiro. Repare que ele não encaixa uma bola sequer, rebate todas que são chutadas e toma gols de longe com muita facilidade. Não estou falando que o Prass é ruim mas não considero um goleiraço a ponto de nem cogitarem um outro goleiro.

      • Ricardo Santo André

        Caro Ed Sousa, concordo com seus dois posts. O Palmeiras assumi a pecha de visitante quando joga no Morumbi, em vez de se agigantar e encarar o adversário, que, diga-se, está longe de ser uma maravilha. Com relação ao Prass, sou fã dele, excelente goleiro e caráter, mas tem tomado gols “defensáveis” e, sinceramente, não será o Aranha seu substituto, logo precisaríamos pensar para frente em uma alternativa.
        Abraços Alviverdes, Ricardo

      • Márcio Trevisan

        Ed: Prass é um dos melhores goleiros do Brasil.
        Apenas não vive uma grande fase. E, mesmo assim, ainda faz as suas grandes defesas.
        Detalhe: já renovou seu contrato até 31/12/2017.
        Abs.

  5. Márcio,
    a sorte às vezes precisa nos acompanhar.
    Ontem, mesmo jogando muito mal, ela nos acompanhou.
    Parece que gosta de aparecer contra o Frangoceni.
    Vamos então de Copa do Brasil!!
    Abs
    Edson

    • Márcio Trevisan

      Édson: o cara levou oito gols do Palmeiras nos últimos três jogos.

      É um dado que jamais esquecerá, pode ter certeza.

      Abs.

  6. Diego Rocha

    Bom dia Márcio.

    Pra mim ontem estava claro que tomamos um baile por termos jogadores a menos preenchendo o meio campo, já que tanto R. Marques e G. Jesus não estavam nem nessa parte ajudando a recompor, então, porque não tirar um dos dois e preencher aquele buraco, seja com o Allione ou então promovendo a estréia do F. Gabriel, sendo que esse pelo visto veio a passeio, não vamos ver ele jogar e ano que vem ele volta pro Flamengo.

    Abraço.

    • Márcio Trevisan

      Diego: de fato uma destas alterações poderiam ter sido feitas.

      Em relação ao FG, seu contrato irá até maio de 2017. Mas se ele for para o Flamengo/RJ ou qualquer outro clube antes disso ninguém irá morrer – rs…

      Abs.

  7. Roberto Alfano

    Bom dia, acredito ser esse o pior jogo do Palmeiras, ninguem rendeu o necessário,mais a sorte nos ajudou e o Robinho acertou o belo Gol que valeu pelo fim de semana.

    Agora para se classificar vai ter que jogar melhor e continuar contando com a sorte, tomara.

    Abraço.

  8. Marcio, bom dia.

    Apesar da quantidade de faltas, não fomos goleados ontem devido a incompetência delas, e também pela excelente partida que fez o Thiago Santos. No esquema em que o Marcelo monta o time, é peça fundamental, assim como era o Gabriel.
    Notou a diferença das declarações do Rogério Ceni e Gabriel Jesus, enquanto o goleiro arrogante disse que o time errou a saída de bola, ou seja, não reconheceu a própria a burrada que fez, o Gabriel Jesus reconheceu que foi a pior partida dele jogando no Palmeiras, esta declaração pra mim salvou a tarde de nossa joia.

  9. Marcio, bom dia.

    Apesar da quantidade de faltas, não fomos goleados ontem devido a incompetência delas, e também pela excelente partida que fez o Thiago Santos. No esquema em que o Marcelo monta o time, é peça fundamental, assim como era o Gabriel.
    Notou a diferença das declarações do Rogério Ceni e Gabriel Jesus, enquanto o goleiro arrogante disse que o time errou a saída de bola, ou seja, não reconheceu a própria a burrada que fez, o Gabriel Jesus reconheceu que foi a pior partida dele jogando no Palmeiras, esta declaração pra mim salvou a tarde de nossa joia.

    Abs

  10. Bom dia Márcio e Colegas,

    Estive no Beira Rio assistindo ao primeiro jogo da Copa do Brasil e vi de um ângulo bem favorável o chute que o Alex deu para fazer o gol do Inter. Na minha opinião, um chute totalmente defensável.

    Ontem, não estava no Morumbi, mas vendo o chute do Carlinhos, sinceramente, também acho que era defensável.

    Não estou dizendo que o Prass teve culpa nos gols, mas acho que, com um posicionamento um pouco melhor e um pouco mais de esforço, poderia ter evitado ambos os gols.

    Não quero ser radical demais, mas para mim, goleiro que toma gol com chute de fora da área, com raras exceções, são lentos para tomar a decisão de como proceder. O Fernando Prass, para mim, foi lento em ambos os gols.

    Estou sendo muito severo?

    Um abraço.

    Valter

    • Márcio Trevisan

      Oi, Valter.

      Não, não está: Prass não levou dois frangos seguidos, mas tomou dois gols defensáveis.

      Mas temos de admitir que também praticou, em ambos os jogos, defesas importantíssimas.

      Abs.

  11. Olá Márcio,

    Tudo bem? Ufa. Valeu Ceni!! Apesar do jogo ruim pelo Palmeiras, somando este jogo com o do Inter na semana passada, tive a impressão que nossa defesa melhorou um pouquinho…além da sorte. O que acha? Abs.

    • Márcio Trevisan

      Carlos: nosso sistema defensivo só melhorará, mesmo, a partir de 2016, com a volta do Gabriel.

      Até lá, pode anotar: levaremos gol em quase todos os jogos.

      Abs.

  12. Prass esta me lembrando atualmente BRUNO MÃO DE ALFACE, é só chutar da intermediária que aceita. Falhou no gol.
    Lucas = Egidio, tentaram, tentaram e não fizeram 1 jogada decente.
    João Pedro, quando entrou já pensei vai ter gol em cima dele, BATATA (realmente não prestei atenção se mais uma vez após o drible caiu de bunda no chão novamente). Tem um grande futuro indo pra escola e aprendendo alguma profissão!
    Jackson e Vitor Hugo, jogaram bem.
    Thiago Santos, único marcador do meio de campo, se salvou.
    Giroto e Robinho, comeram uma macarronada antes da partida. Robinho teve uma faisca de lucidez.
    Rafael Marques comeu uma feijoada antes da partida, por pouco não teve uma congestão.
    Lucas Barrios, voltou pro sono nas CATACUMBAS.
    Kelvin, eletrico, tenta bater o escanteio e cabecear a bola na área. Um dia vai conseguir.
    Alecsandro, inverso de Barrios, saiu da catacumba hoje!
    Gabriel Jesus nota ZERO pela lastimável partida, MAS nota 10 por ter tido a HONRADEZ de dizer que fez uma péssima partida, a pior pelo Palmeiras.
    Como estou acostumado a ver estas ESCORIAS chamada jogador de futebol, que NUNCA reconhecem seus erros, PARABÉNS Gabriel Jesus pela sua HONESTIDADE!
    Marcelo Oliveira nota 10 por não ter escalado o tétrico Leandro Almeida e o horroroso Amaral.

    • Márcio Trevisan

      Jair: também gostei da sinceridade do garoto.

      Mostra personalidade e maturidade, apesar dos seus apenas 18 anos.

      Abs.

    • Fabiano Castro

      Jair, sou seu fã!!!
      kkkk, adoro seus comentários.

      • Ok! Fabiano
        Pelo que esta jogando o Palmeiras nós só temos 2 caminhos.
        Ou fazemos comentários bem humorados, ou atendendo pedido do nosso colega Edson, eu vou mudar, talvez pra pescaria (somente de sereias!!)
        Abraço e vamos continuar torcendo e sofrendo pelo Palmeiras.

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