Palmeiras vence no Palestra e fica a um empate da 6ª decisão da Copa do Brasil
Meus amigos.
O futebol é o esporte mais ilógico dentre todos os que são praticados pelos quatro cantos deste mundo de meu Deus. Resultados imprevisíveis, como vitórias de quem quase sempre perde e derrotas de quem quase sempre ganha são até certo ponto comuns na história da maior paixão de bilhões de seres humanos.
No entanto, até mesmo o tal do jogo de bola tem lá as suas obviedades. Uma delas, por exemplo, é que empatar é sempre melhor do que perder, mesmo que tal resultado não garanta uma classificação ou a conquista de um título. Por consequência, é claro que ganhar também é sempre melhor do que empatar, ainda que isso nem sempre garanta uma vaga em uma etapa seguinte do torneio ou então o levantar de mais uma taça de campeão.
É óbvio que, pelo fato de jogarmos diante de nossa torcida e termos como adversário uma equipe indiscutivelmente mais frágil, todos esperávamos um placar mais dilatado, a fim de que nos desse mais tranquilidade para a partida decisiva de domingo que vem, em São Januário. Mas a verdade é que, apesar de magérrimo, o triunfo obtido pelo Palmeiras sobre o Vasco da Gama/RJ neste supreendentemente ameno primeiro domingo de novembro pode – e até mesmo deve – ser considerado um fato positivo.
Senão, vejamos:
1 – Jogos decisivos e/ou eliminatórios dificilmente apresentam placares elásticos;
2 – No fim de semana que vem dois dos três únicos resultados possíveis nos garantirão a vaga para aquela que será nossa sexta final de Copa do Brasil;
3 – Mesmo que o pior aconteça e percamos o jogo, ainda teremos a chance de ficar com a vaga nas cobranças de pênaltis (mas, claro, neste caso a diferença não poderá ser maior do que um gol);
4 – Não há outra opção ao time carioca a não ser nos atacar, e isso poderá nos gerar espaços para contra-atacarmos. E se, enfim, pararmos de desperdiçar tantas chances claras de gole conseguirmos sair na frente, muito dificilmente voltaremos da capital fluminense sem a classificação à grande decisão.
Sei que será um jogo difícil e que, se mais uma vez não tivéssemos perdido tantas oportunidades, já estaríamos com a vaga na mão. Mas o futebol é assim mesmo. O que importa, prezado palmeirense, é que estamos a um mísero ponto da ponta. E é nela, estou certo, estaremos de novo dentro de uma semana.
Até lá.
CARLOS MIGUEL
NOTA: 6
AVALIAÇÃO: BOM

MURILO
NOTA: 6,5
AVALIAÇÃO: MUITO BOM
GUSTAVO GÓMEZ
NOTA: 6,5
AVALIAÇÃO: MUITO BOM
ALEXANDER BARBOZA
NOTA: 5,5
AVALIAÇÃO: SATISFATÓRIO
GIAY
NOTA: 5,5
AVALIAÇÃO: SATISFATÓRIO
LUCAS EVANGELISTA
NOTA: 6
AVALIAÇÃO: BOM
MARLON FREITAS
NOTA: 8
AVALIAÇÃO: ÓTIMO
MAURÍCIO
NOTA: 8
AVALIAÇÃO: ÓTIMO
PIQUEREZ
NOTA: 6
AVALIAÇÃO: BOM
JHON ARIAS
NOTA: 6,5
AVALIAÇÃO: MUITO BOM

FLACO LÓPEZ
NOTA: 6
AVALIAÇÃO: BOM
ABEL FERREIRA
NOTA: 6
AVALIAÇÃO: BOM
VÍTOR ROQUE
NOTA: 6
AVALIAÇÃO: BOM
ANDREAS PEREIRA
NOTA: 6,5
AVALIAÇÃO: MUITO BOM
ARTHUR
NOTA: 5,5
AVALIAÇÃO: SATISFATÓRIO
ERICK BELÉ
SEM NOTA
SEM AVALIAÇÃO
IMAGENS: CESAR GRECO / AG. PALMEIRAS



























02/11/2026 at 2:10
Meu caro tutor Márcio Trevisan, está todo mundo se perguntando, inclusive eu, como que o Palmeiras jogando um futebol tão econômico, tem conseguido chegar tão longe assim em três campeonatos concomitantemente ? Abraços